
É mais do que sabido que adotamos um monte de costumes para as festas de final de ano, atrelando muitas crenças, superstições e histórias religiosas ou não a elas.
Porém, as orígens dessas comemorações são bons exemplos de como tudo o que temos hoje como certo, nem sempre foi assim. Leia mais
Claudio Henrique Picolo
Claudio Henrique Picolo
Audiófilo, audiólogo, especialista em mídias digitais desde 1985, suporte de redes de computadores, colecionador de cartuchos de Atari 2600, jogador de io-iô freestyle 1A, trekker e o último dos homens que insiste em praticar um mínimo de cavalheirismo.

Lembra daquele jogo no qual você ficava indignado por mal conseguir passar da primeira fase? Lembra daquele jogo que era tão difícil que dava vontade de quebrar o joystick e xingar até a avó do produtor? Lembrou de Contra? Não? Agora você vai lembrar.
Existiram poucos jogos que me fizeram perder a paciência por serem difíceis, Contra 4 para Nintendo DS é um desses jogos.
A franquia Contra desde o seu primórdio em 1988 para o Nitendinho até o mais recente no Ps2 sempre teve seus prós e CONTRAS (sacaram a piada?) apesar da critica e players acharem que todos os Contra em 3D não foram felizes na transição para as novas gerações, sempre ofereceram um desafio, mas ainda assim possíveis de se terminar sem ter um derrame, o mesmo não pode ser dito de Contra 4, que voltando ao 2D sidescrolling, te dá a sensação de ter quatro anos e estar aprendendo a jogar vídeo-game de novo.
O game conta com um gráfico totalmente nostálgico, com sprites pixelados lembrando Contra III – The Alien Wars para Snes, mas não são só os pixels que te transportam para o passado, o modo árcade é uma realidade (um pesadelo para alguns gamers) neste jogo, onde você tem suas vidas e uma quantidade de continues limitadas, significando que se você morrer na ultima fase, enfrentando o ultimo boss e não tiver mais continues, abaixo do GAME OVER vai aparecer a frase: “Não gostou de ter que começar de novo? Problema seu. Da próxima vez aprende a jogar direito”.


Quando as pessoas falam que Contra 4 é difícil, elas estão usando um eufemismo, porque a dificuldade deste jogo beira a insanidade com tiros e aliens vindo literalmente de todos os lados, inclusive da tela inferior do DS, tornando uma tarefa herculeana terminar este jogo, mesmo com a inteligente disposição na qual o espaço entre as telas não interferem no gameplay.
Aos portadores de Nintendo DS aí vai minha recomendação e meu sincero boa sorte, porque vocês vão precisar para jogar este jogo animal.

Kbssa
Leonardo Menezes
Gamer old school, músico, sériemaniaco, dentista (WTF), Nintendista até a morte e extremamente apaixonado pela pessoa mais linda do mundo, minha noiva.

Quem nunca jogou um game e se perguntou “que diabo de música é essa?”. Ninguém? Isso é porque uma trilha ruim passa despercebida. Já uma trilha de boa qualidade é muito fácil de notar, como no caso do Super Mario Galaxy, para Nintendo Wii (quem não gosta do Mario, sinto muito, mas um fato é um fato). Super Mario Galaxy tem a trilha mais bem executada e adaptada que eu já ouvi nesses últimos tempos. Mas eu estou falando mais especificamente dos RPGs antigos (não tão antigos assim), jogos cujas músicas eram tão marcantes que ficaram impressas em nossas memórias, como as empolgantes trilhas de batalha da série Final Fantasy ou as músicas incrivelmente harmoniosas de Chrono Cross.
Já pensou poder reproduzir essas músicas no violão?
Agora isso é possível graças a um japonês que é conhecido apenas como Lonlonjp. Os vídeos desta fera no violão (pareci o Faustão), onde ele toca as trilhas destes saudosos jogos, estão bombando no YouTube.
Os arranjos vão de Chrono Trigger a Naruto.
Existem classificações em seus vídeos que variam de fácil ao extreme.
E: Easy
E-M: Easy to medium
M: Medium
M-H: Medium to hard
H: hard
As tabs desse violonista podem ser encontradas no site http://www.gametabs.net. É só procurar a música e escolher a opção “Lonlonjp Version” para se divertir. Eu mesmo já tirei algumas.
Minhas recomendações são:
To Zanarkand (FFX)
Frog’s theme (Chrono Trigger)
Vamo alla flamenco (FFIX)
E lembre-se, esta é umas das raríssimas ocasiões onde usar o EASY não é vergonhoso.
To Zanarkand (FFX)
Frog’s theme (Chrono Trigger)
Vamo alla flamenco (FFIX)
Kbssa
Leonardo Menezes
Gamer old school, músico, sériemaniaco, dentista (WTF), Nintendista até a morte e extremamente apaixonado pela pessoa mais linda do mundo, minha noiva.

Os japoneses são gênios, e mestres da tecnologia. Muitas de nossas impressoras convencionais, que utilizamos em casa ou no escritório, são fabricadas pelos amigos japas. Agora inventaram uma impressora de água.
Sim. Impressora de água. Na verdade, é uma espécie de chuveiro, que controla o fluxo de água através de computador, e algumas lâmpadas posicionadas em série, possibilitando um efeito de iluminação que, em conjunto com este controle do fluxo da água, permite a exibição de desenhos, frases, e até informar as horas.
Um destes aparatos está localizado na Estação de Osaka (Osaka Station City), e outro foi filmado em Kyoto.

Em Osaka, Japão

Em Kyoto, Japão
jcfaria
Julio Cesar de Faria
Publicitário, Corinthiano, Roqueiro, Blogueiro, Webdesigner aposentado, Mestre Jedi e Usuário de GNU/Linux e de Software Livre.

Rumores, rumores, rumores. Rumores são o que não falta no mundo dos games. Para os fãs (desavisados) da série Final Fantasy, há cerca de dois anos, rola um rumor que a aclamada Squarenix, produtora da série e de outros sucessos passados como Vagrant Story, do PlayStation 1, e sucessos futuros como o novo Tomb Raider (produtora de um monte de lixo também, mas não vem ao caso) estaria trabalhando em um remake do Ultra-Mega-Power-Super-Fuc#$%-Awesome Final Fantasy VII para PlayStation 3!
Final Fantasy VII é considerado por muitos (não por mim) o melhor jogo da serie, além de contar com o vilão mais da hora da história dos games (isso eu concordo): Sephirot, um badass que eu duvido alguém achar defeito (brincadeira).
Bom, voltando a notícia, talvez por ser uma obra prima (mas muitos dos gamers desta geração sentem repulsa aos gráficos poligonais do primeiro PlayStation) ou por falta de estórias novas, surgiu um vídeo da saudosa abertura do jogo com um visual totalmente refeito, além da notícia de um remake, sem data definida.

Esse vídeo rendeu aos fãs do Mr. Cloud Strife, uns três meses de felicidade. Isso até o criador do personagem, Tetsuya Nomura, numa entrevista para Famitsu, declarar: “Fãs estão ansiosos pelo remake de FFVII, mas eu não acredito que isso vá acontecer por enquanto. Entretanto, é possível que ele (Cloud) vá aparecer em outros títulos como um personagem convidado”. Foi um balde de água gelada em quem esperava ver o personagem de cabelo espetado (não é o Sonic) em sua primeira aventura num gráfico de enrolar os cabelos. Mas os gamers japoneses não deixaram quietos (valeu Japão) e exigiram (não me pergunte como) o remake, fazendo com que o presidente da Squarenix, Yoichi Wada, fizesse a seguinte declaração: “Liberem espaço nas suas agendas, porque Final Fantasy VII: Jenova’s Rebirth sairá no quarto bimestre de 2012”.
Isso é que é presente de natal.

Kbssa
Leonardo Menezes
Gamer old school, músico, sériemaniaco, dentista (WTF), Nintendista até a morte e extremamente apaixonado pela pessoa mais linda do mundo, minha noiva.