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  • Categoria ‘ Música ’

    Hoje é o lançamento mundial de I’m With You, o décimo disco de estúdio da banda californiana Red Hot Chili Peppers. O disco marca um novo momento para a banda e para todos seus integrantes.

    Capa do álbum I'm With You (2011)

    Foram cinco anos entre Stadium Arcadium (2006), álbum anterior, e I’m With You. Neste intervalo o vocalista Anthony Kiedis virou pai; o guitarrista John Frusciante anunciou sua saída do grupo, dando lugar a Josh Klinghoffer, velho conhecido da banda; o baterista Chad Smith passou a tocar com a super banda Chickenfoot; e o baixista Flea faz faculdade de música, aprendendo teoria musical, e também passou a tocar em um projeto paralelo, o Athoms For Peace, junto com Thom Yorke, vocalista do Radiohead, onde conheceu Mauro Refosco, percusionista brasileiro que gravou o novo disco e também irá tocar na turnê junto com os Peppers.

    O álbum começa com a introdução sombria de Monarchy Of Roses, um efeito que me lembrou as músicas do álbum One Hot Minute (1995), o qual também não contou com a partipação do guitarrista John Frusciante. Com o decorrer da música percebe-se que de sombrio fica apenas em seu início mesmo, e todo o restante da música é bastante variado. Na minha opinião, Monarchy Of Roses foi a escolha perfeita para abertura do disco, mostrando a versatilidade musical dos integrantes e toda a energia que o álbum reserva. Acredito que esta música será um dos singles deste novo disco.

    O álbum segue com Factory Of Faith, outra canção candidata a single, na minha opinião. A música começa numa bela harmonia de baixo e bateria, seguida pela voz marcante de Anthony Kiedis. Seus versos são rápidos, assim como o refrão, que é vibrante e de fácil lembrança.

    A terceira música do álbum, Brendan’s Death Song, é uma bela homenagem a Brendan Mullen, fundador do clube onde os Peppers fizeram suas primeiras apresentações. Mullen faleceu em Outubro de 2009. A canção começa lenta e trás de imediato uma rica e confortável harmonia. Tenho por mim que é uma das mais bonitas homenagens que a banda já fez. Algo que torna esta música mais interessante é a passagem do melancólico para o alegre, através das batidas mais fortes da bateria a partir de determinado ponto da musica, em conjunto com a mudança de intonação do vocalista Anthony Kiedis. O grito “Yeah Yeah”, dá o encerramento especial que a canção merece.

    Ethiopia é a quarta música do álbum. Sua introdução é feita pelo baixo, seguido posteriormente pela bateria, e por uma guitarra tímida. Conforme o verso segue, a guitarra se torna mais intensa, chegando a acompanhar a levada do baixo. Seu refrão é rico em elementos, com grande destaque para o backvocal de Josh Klinghoffer. Acredito que esta música também tenha potencial para se tornar um dos próximos singles.

    Em seguida temos Annie Wants A Baby, uma baladinha interessante, com versos lentos, porém muitos bonitos, seguidos de um refrão mais acelerado.

    A próxima canção é Look Around, outra candidata a single. Look Around possui uma introdução rápida, cujo primeira batida da bateria me lembrou muito a mesma usada em Warlocks, do álbum Stadium Arcadium (2006), e um verso um pouco mais lento, aguardando a chegada de um refrão viciante. Esta música é bastante envolvente, e sua melodia é harmoniosa, o que a torna sem dúvida, uma das melhores deste disco.

    A sétima canção do álbum foi o primeiro single, e já possui até clipe. The Adventures Of Raindance Maggie agradou crítica e público, com sua simplicidade de riffs e um contra baixo com escalas perfeitas e ritmados, e a presença de um cowbell feito pelo brasileiro Mauro Refosco na percussão, um coadjuvante importante neste álbum.

    Imagem de Amostra do You TubeRed Hot Chili Peppers – The Adventures of Raindance Maggie (2011)

    Em seguida temos Did I Let You Know, uma canção com fortes influências latinoamericanas, a começar pela bateria ritmada e a guitarra envolvente. O ritmo latino segue até o final da canção, que recebe ainda um refrão feito com uma chamada do vocalista Anthony Kiedis e uma réplica feita pelo backvocal de Josh. Ao longo da música as influências latinoamericanas se reforçam, com uma participação de um toque de trumpete e também a presença marcante da percussão.

    Goodbye Hooray é outra música música em que o baixo e a bateria se destacam, possui um ritmo acelerado e um refrão alegre e de forte lembrança. Mais ou menos na metade da canção há uma quebra de ritmo, para depois voltar diretamente ao refrão.

    Happiness Loves Company possui uma introdução feita no piano, seguida pela bateria de Chad Smith, e logo depois o vocal, e em seguida entra a guitarra, já no refrão. Esta é outra música em que o backvocal se destaca.

    A décima primeira música é Police Station, que, assim como Brendan’s Death Song, é lenta e muito bonita, uma das mais bonitas do disco inteiro. Com esta música percebemos que a harmonia entre Anthony Kiedis no vocal e Josh Klinghoffer no backvocal está mais do que aprovada. Outra coisa que pensei ao ouvir Police Station a primeira vez, foi na evolução que Anthony Kiedis teve, controlando sua voz, que atualmente está muito mais afinada e disciplinada.

    Even You Brutus? é um típico rap americano, ao melhor estilo Eminem, Snoop Dogg, Jay Z, Ja Rule, etc. Também possui a presença do piano, que leva a música inteira, chegando até a ficar apenas piano e bateria, com alguns pequenos riffs de guitarra ao fundo, enquanto Anthony Kiedis faz os versos com vocal em forma de rap.

    Logo depois do rap, temos Meet Me At The Corner, outra canção melancólica. Sua introdução me lembra muito a música Hey, do álbum Stadium Arcadium. As identificações com discos anteriores continuam, quando Josh Klinghoffer faz uma participação assumindo os vocais e realiza alguns efeitos em sua guitarra, similares aos usados por Dave Navarro no álbum One Hot Minute. A partir do terceiro minuto há uma brusca quebra de ritmo, que deixa a canção mais completa, com a participação de todos os instrumentos, e, faltando poucos segundos para o encerramento da música, já no fade out, há outra quebra de ritmo, que faz com que acreditemos que a música irá voltar, mas dura apenas poucos segundos.

    A última música do álbum é Dance, Dance, Dance, uma alegre música que possui batuques ritmados na percussão, de influências africanas. A música passa uma energia muito positiva.

    Bumbo da bateria para a turnê I'm With You

    Neste novo trabalho, a banda aproveita coisas boas, já utilizadas em discos anteriores, e experimentam também elementos novos, instrumentos novos, e, principalmente, influências novas. Alguns podem até pensar que com a saída de John Frusciante a banda perdeu um referencial na guitarra, afinal, a maior parte das músicas neste álbum são levadas pelo contra-baixo e pela bateria, mas eu gostei do trabalho do Josh neste disco. Achei que ele cumpriu um papel fundamental, substituindo o guitarrista anterior. John Frusciante tinha um estilo mais solador, enquanto Josh não sola tanto. São dois estilos diferentes, e o Josh não chegou para fazer o John já fazia; ele chegou para agregar coisas novas à banda, e nas músicas que exigiram solos, ele os fez com autoridade.

    Como algumas músicas possuem acordes com piano, instrumento que Flea aprendeu a tocar durante estes últimos 5 anos, não duvido de vermos o baixista tocando piano nos shows e emprestando o baixo para algum músico coadjuvante.

    Aproveitando o lançamento mundial de I’m With You, esta noite será transmitido nos cinemas de todo mundo uma performance de um show a ser realizado ainda hoje, na Alemanha, com todas as músicas do novo disco no setlist. O show só não será ao vivo pois terá um atraso de aproximadamente 3 horas, para garantir a qualidade da exibição. No Brasil o show será transmitido nos cinemas de 19 cidades diferentes (Barueri, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Maceió, Manaus, Maringá, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São José dos Campos, São Paulo e Vitória). O valor para assistir ao show nos cinemas varia entre R$ 30,00, para a meia entrada, e R$ 62,55 para a inteira.

    Imagem de Amostra do You Tube

     

    O grupo OK Go já é conhecido por seus video clipes inusitados e criativos. O novo clipe, da canção All Is Not Lost, segue esta mesma linha. O vídeo foi gravado por baixo de uma placa de vidro, e muito bem editado, formando efeitos psicodélicos, como num grande caleidoscópio.

    A diferença deste para outros clipes da banda, é que este foi criado em parceria com o Google, que montou um clipe interativo, em HTML 5, que pode ser acessado pelo endereço allisnotlo.st. Este clipe interativo faz parte do PLAY! With Chrome, que conta com outros clipes interativos feitos pela gigante de buscas, como 3 Dreams of Black, do Rome; e também da banda The Arcade Fire com o clipe The Wilderness Downtown.

    O video clipe também pode ser visualizado em 3D pelo Nintendo 3DS.

    Imagem de Amostra do You Tube

     

    Para acessar o clipe interativo, escrito em HTML 5 com o auxílio do Google (funciona apenas no Google Chrome), acesse: http://www.allisnotlo.st.

     

     

    13 de Julho. Esta data não poderia ficar de fora do calendário de tributos da Strix. Hoje comemora-se no mundo inteiro o Dia do Rock N’ Roll.

    Afinal de contas, o que é o Rock? Este gênero musical tão idolatrado por uns, e tão odiado por outros, este estilo tão diversificado, que muitas vezes há conflitos e divergências entre roqueiros de estilos diferentes.

    Criado a partir do Blues, com raízes do R&B, do Folk e até do Country Music, desde os anos 50 o Rock faz parte de nossas vidas.

    Chuck Berry foi um dos primeiros a fazer Rock N’ Roll, e até hoje pouca se equipara ao talento deste que foi um dos pioneiros deste gênero tão rico, contribuindo muito para a difusão deste ritmo no mundo.

    Ainda nos 50, Elvis Presley estourou nas paradas de sucesso, e possui o título de Pai do Rock até hoje. Little Richard também já fazia sucesso naquela época, inclusive com a música Tutti-Fruit, gravada posteriormente por Presley.

    Imagem de Amostra do You TubeChuck Berry – Hail Hail Rok N’ Roll, em 1982

     

    Na década seguinte os subgêneros começaram a ganhar força e as bandas de garagem surgiram, entre elas podemos destacar The BeatlesThe Who; Pink Floyd, de Roger Waters; The Temptations; The Doors, do vocalista Jim Morrison; Jimi Hendrix; Janis JoplinRolling Stones, de Mick Jagger e Keith Richards; e também Bob Dylan, que junto com outros artistas, fazia músicas de protesto contra o regime social e político na época nos EUA; e além de outras bandas conhecidas mundialmente.

    Imagem de Amostra do You TubeThe Beatles – Help, em 1965


    Imagem de Amostra do You TubeRolling Stones – Start Me Up, em 1989

     

    Imagem de Amostra do You TubeThe Doors – Roadhouse Blues

     

    Imagem de Amostra do You TubeJimi Hendrix – Purple Haze

     

    A década de 60 é considerada até hoje a Década de Ouro do Rock mundial, trazendo adeptos ao movimento do Rock N’ Roll e brilhantes artistas, inclusive no Brasil. Na década anterior o Rock chegou ao nosso país com a Jovem Guarda, e nos 60 já surgiram outros grupos, como Os Mutantes, que foi a primeira banda brasileira a fazer sucesso lá fora.

    Imagem de Amostra do You TubeOs Mutantes – Ando Meio Desligado

     

    Nos anos 70 o Rock ganhou muita força. Surgiu o Punk Rock, com três principais bandas do subgênero: Ramones, liderados por Joe Ramone; Sex Pistols, do guitarrista Sid Vicious, e The Clash, de Joe Strummer. Com eles veio também toda rebeldia a qual está atrelada ao movimento punk.

    Imagem de Amostra do You TubeThe Clash – London Calling

     

    Lá fora, os anos 70 reserva ainda o fim dos Beatles e o início de carreira de seus quatro integrantes: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

    Ainda na década de 70, surgiram bandas que ainda fariam muito sucesso durante os anos 80: Queen, com Freddie Mercury e Brian May; Alice Cooper; AC/DC, dos irmãos australianos Angus Young e Malcolm Young; Led Zeppelin, de Jimmy Page e Robert Plant; Aerosmith, de Steven Tyler; Deep PurpleJudas Priest; Iron Maiden; KISS; U2, de Bono Vox; David Bowie; Iggy Pop; os alemães do Scorpions; Rush, do baixista Geddy Lee; Black Sabbath, que trocou de vocalistas diversas vezes, dentre os principais podemos citar o  lendário Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio.

    Aqui no Brasil, os anos 70 trazem artistas como Raul Seixas, o grupo Secos e Molhados e o início da carreira solo de Rita Lee, que estava até então com Os Mutantes.

    Imagem de Amostra do You TubeJohn Lennon – Instant Karma

     

    Imagem de Amostra do You TubeQueen – Under Pressure (música originalmente gravada junto com David Bowie)

     

    Imagem de Amostra do You TubeAC/DC – Thunderstruck, em 1991

     

    Na década de 80 surgem bandas como Guns N’ Roses, de Axl Rose e Slash, e Red Hot Chili Peppers. Van Halen, que havia lançado seu primeiro disco no final da década anterior, começa a ganhar seu espaço.

    Surgiram também nesta década bandas do gênero heavy metal, como AnthraxMegadeath, Slayer e Metallica, integrantes do Big Four, como citado aqui na Strix, pela coluna Volume Absoluto.

    Ainda na década de 80, novas bandas de Punk Rock começaram a se popularizar. É o caso de Bad Religion e The Offspring, por exemplo.

    Imagem de Amostra do You TubeGuns N’ Roses – Welcome to the Jungle, em 1988

     

    Nesta época o Brasil vivia um momento político bastante conturbado, e que despertou no povo a sede de lutar pelos seus diretos e de realizar protestos, cada um à sua maneira, visto que o país vinha de um período pós ditadura. Surgem então pelo país todo grupos que revolucionaram o Rock nacional, numa época onde a Bossa Nova estava em alta.

    Os “filhos da revolução” surgiram de várias partes do Brasil desde o final da década anterior. Do estado de São Paulo, nasceu os Titãs; o IRA! e também o Ultrage a Rigor, do Roger Moreira. Do planalto central surgiu o Abordo Elétrico, que pouco tempo mais tarde deu origem à Legião Urbana, de Renato Russo, e também ao Capital Inicial, do Dinho Ouro Preto. Do Rio de Janeiro vieram Cazuza, que antes de seguir carreira solo tocou com o Barão Vermelho, outra banda carioca, e os Paralamas do Sucesso, liderados por Herbert Vianna. Da região sul do país vieram os Engenheiros do Hawaii, de Humberto Gessinger.

    Imagem de Amostra do You TubeLegião Urbana – Que País é Esse?

     

    A década de 90 chega com uma nova proposta: o grunge. O movimento grunge surge em Seatle, com três bandas: o Nirvana, de Kurt Cobain; Pearl Jam, do Eddie Vedder; e o Alice In Chains.

    Surge ainda outro subgênero chamado Nu Metal, com bandas como Linkin Park; P.O.D.; Limp Bizkit; System Of A Down, Korn e Slipknot.

    Outro subgênero que ganha força nesta época é o alternativo, que trouxe nesta década bandas como White Stripes; Incubus; Placebo e Muse.

    No Brasil, surgem as bandas mineiras Skank, de Samuel Rosa; e Jota Quest, do vocalista Rogério Flausino. Também a banda O Rappa, que veio do Rio de Janeiro, e CPM 22, do interior do estado de São Paulo. De Brasília surgiu o Raimundos.

    Imagem de Amostra do You TubeNirvana – Come as you are, em 1991

     

    Apesar de perder espaço para o Pop, o Rock nos anos 2000 resgatou o subgênero indie, e trouxe bandas como The Strokes, Franz Ferdinand, The Arcade Fire; Kings Of Leon.

    Outras bandas que surgiram ainda na década foram Queen of Stone Age, o The Mars Volta, e também o Avenged Sevenfold.

    No Brasil, as principais bandas de rock que surgiram na década foram Pitty, banda da baiana Pitty, e o Detonautas, do Rio de Janeiro, liderados pelo vocalista Tico Santa Cruz.

    Imagem de Amostra do You TubeAvenged Sevenfold - Afterlife, em 2008

     

    Infelizmente a quantidade de bandas de qualidade que surgem, tanto lá fora, quanto aqui no Brasil, está diminuindo a cada era. O Pop e outros ritmos adolescentes  acabam sendo uma ótima oportunidade de lucro para bandas que estão começando suas carreiras agora, pois são gêneros que possuem um alto nível de consumo, gerando receita para a banda e, principalmente, para a gravadora.

    E você? Já tem sua playlist para ouvir no Dia Mundial do Rock? Compartilhe ela conosco nos comentários.

     

    A capa do novo disco da banda californiana Red Hot Chili Peppers foi divulgada hoje pela Warner Bros. para a lista de mailing dos assinantes da newsletter do site da banda, que foi reformulado recentemente, com um layout ainda provisório, para aguardar o lançamento de I’m With You, o novo álbum dos Chili Peppers.

    Após Stadium Arcadium, álbum duplo lançado em 2006, a banda passou 5 anos sem lançar álbuns, e ficou por mais de 2 anos parada, período em que os integrantes se reservaram à família e a outros projetos paralelos. Neste período de hiato a banda perdeu John Frusciante, guitarrista que gravou quatro álbuns com o grupo, além de coletâneas, um EP e o álbum ao vivo Live In Hyde Park.

    Na ausência de Frusciante, os californianos gravaram I’m With You com o guitarrista Josh Klinghoffer, músico que já trabalhou com o próprio Frusciante em projetos como o Ataxia e álbuns solo do antigo guitarrista da banda, e também participou da última turnê durante alguns shows, como coadjuvante.

    O Red Hot Chili Peppers já está com duas datas marcadas para shows no Brasil. No dia 21 de Setembro a banda se apresenta na Arena Anhembi, em São Paulo. Dia 24 de Setembro a banda estará presente no Rock In Rio, junto com Stone Sour, Snow Patrol e Capital Inicial. Os ingressos para a apresentação em São Paulo ainda podem ser adquiridas no site LivePass.

    O álbum I’m With You está previsto para lançamento no dia 31 de agosto, e claro, a Strix irá trazer um review completo.

    Confira a capa do novo álbum abaixo:

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